Como a indústria têxtil pode reduzir o consumo de água e avançar na produção sustentável
Mulher em movimento usando roupa esportiva preta de alta performance, ilustrando como a indústria têxtil pode reduzir o consumo de água com tecidos tecnológicos sustentáveis.

A indústria têxtil sustentável está no centro das discussões sobre preservação de recursos naturais, responsabilidade ambiental e inovação responsável. Isto porque os processos tradicionais da cadeia produtiva, especialmente aqueles ligados ao tingimento e acabamento de tecidos, demandam um volume de água tão elevado quanto impactante. Em um cenário de crescente escassez hídrica e consumidores cada vez mais conscientes, entender como a indústria têxtil pode reduzir o consumo de água tornou-se estratégico. Fabricantes, marcas de moda e equipes de desenvolvimento de produto têm buscado soluções inovadoras para transformar essas práticas. Entre elas, tecnologias como o Truelife EcoTone, solução da Diklatex baseada no conceito de Dope Dyeing, representam um dos caminhos mais eficazes para a transição rumo a uma produção têxtil sustentável e economicamente mais eficiente. A Diklatex, uma indústria têxtil inovadora e referência brasileira em tecnologia de tecidos, tem utilizado esse processo para reduzir drasticamente o consumo hídrico em sua produção, exemplificando o que há de mais avançado em sustentabilidade industrial no setor.  O desafio da água na indústria têxtil Historicamente, a indústria têxtil está entre os setores que mais consomem água: parte disso é devido ao tingimento e à lavagem de fios e tecidos, processos que utilizam grandes volumes de água, energia e produtos químicos. Além do consumo direto, há também o impacto indireto, descarte de efluentes, poluição de cursos hídricos e custo ambiental em etapas anteriores da cadeia produtiva. Nesse contexto, compreender como a indústria têxtil pode reduzir o consumo de água é uma necessidade urgente, não apenas para atender certificações ambientais, mas também para responder às exigências de clientes que valorizam práticas responsáveis e produtos com menor impacto ambiental. O que é Dope Dyeing e como a indústria têxtil pode reduzir o consumo de água Uma das principais formas de reduzir o consumo de água é eliminar ou minimizar as etapas mais intensivas em recursos do processo de produção. É exatamente isso que a tecnologia Truelife EcoTone, baseada no conceito de Dope Dyeing, faz. O Dope Dyeing, aplicado pela Diklatex por meio do Truelife EcoTone, é um processo em que os pigmentos de cor são incorporados diretamente ao polímero enquanto o fio ainda está sendo formado, ou seja, a fibra já sai da extrusora com a coloração definida. Esse método de tingimento na massa da fibra elimina a necessidade de tingir o tecido depois de produzido, etapa tradicionalmente responsável por grande parte do uso de água na produção têxtil. Em outras palavras, em vez de produzir um fio branco e depois imergi-lo em tanques de corante, no Truelife EcoTone o corante é integrado à própria composição durante a extrusão (o processo industrial que transforma polímeros em fios contínuos). Isso gera benefícios diretos e mensuráveis à sustentabilidade do processo produtivo. Benefícios ambientais e operacionais do Dope Dyeing com Truelife EcoTone A adoção do Dope Dyeing por meio do Truelife EcoTone traz impactos significativos para a produção têxtil sustentável. Quando comparado aos métodos tradicionais de tingimento, seu uso resulta em: Esse conjunto de ganhos faz com que o Truelife EcoTone não seja apenas uma técnica alternativa de tingimento, mas uma ferramenta estratégica para empresas que desejam entender, na prática, como a indústria têxtil pode reduzir o consumo de água e avançar em sustentabilidade. Soluções inovadoras da Diklatex para a indústria têxtil A Diklatex atua com soluções técnicas, tecnológicas e sustentáveis em toda a sua cadeia produtiva, desde a escolha de matérias-primas até os processos mais avançados em engenharia têxtil. A empresa é especialista em tecidos construídos a partir de fibras sintéticas, como poliamida, poliéster, poliamida biodegradável, poliéster reciclado e elastano, materiais que já carregam vantagens em performance e versatilidade para peças esportivas e moda técnica. Dentro de seu compromisso com a sustentabilidade industrial, a Diklatex integra o Truelife EcoTone em uma parte significativa de sua produção têxtil, reduzindo o consumo de água e agentes químicos em larga escala e disseminando o uso de tecidos sustentáveis entre os mercados de sportwear, activewear e Casual Tech. Além disso, a empresa oferece um portfólio diversificado de tecidos que já incorporam esses métodos sustentáveis, permitindo que estilistas, desenvolvedores de produto e compradores técnicos encontrem opções alinhadas às necessidades de performance e consciência ambiental. Boas práticas de redução de água além do tingimento Embora o Truelife EcoTone seja uma das tecnologias mais eficazes para minimizar o uso de água, outras práticas também contribuem para a construção de um modelo de produção têxtil sustentável: Essas práticas, combinadas, formam uma abordagem robusta para quem busca entender como a indústria têxtil pode reduzir o consumo de água de forma consistente e escalável. O futuro da produção têxtil sustentável A transformação da indústria têxtil rumo a práticas mais sustentáveis representa uma oportunidade estratégica para empresas que desejam liderar a transição ecológica do setor. Reduzir o consumo de água não é apenas um desafio operacional, mas também uma forma de construir valor de marca, reduzir riscos e otimizar custos em longo prazo. Com tecnologias como o Truelife EcoTone, integradas a uma visão corporativa que prioriza a inovação e a sustentabilidade industrial, a Diklatex demonstra como é possível responder, na prática, como a indústria têxtil pode reduzir o consumo de água com resultados concretos e mensuráveis.

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O que é dope dyeing na indústria têxtil e como a Diklatex aplica a técnica de tingimento na massa da fibra ao EcoTone
Atletas usando roupas esportivas em tecido tecnológico com EcoTone, tingimento na massa da fibra com dope dyeing na indústria têxtil

A indústria têxtil passa por uma transformação impulsionada pela busca por eficiência produtiva e redução do impacto ambiental. Nesse cenário, entender o que é dope dyeing na indústria têxtil se torna essencial para marcas, desenvolvedores de produto e profissionais que atuam com materiais técnicos e esportivos. O dope dyeing é uma técnica que elimina a etapa tradicional de tingimento ao incorporar o pigmento diretamente na fibra. Essa mudança altera profundamente o processo produtivo e posiciona o tingimento na massa da fibra como uma das principais soluções para o desenvolvimento de tecido sustentável na indústria têxtil.  Neste contexto, a Diklatex é uma desenvolvedora brasileira de tecidos técnicos voltados para marcas esportivas e activewear. A empresa aplica o conceito de dope dyeing no EcoTone, uma solução que integra desempenho técnico e ganhos ambientais mensuráveis. O que é dope dyeing na indústria têxtil O dope dyeing é um processo de coloração em que o pigmento é incorporado ao polímero ainda em estado líquido, antes da formação do fio. Por isso, também é conhecido como tingimento na massa da fibra. Diferentemente do tingimento convencional, que ocorre após a produção do fio ou do tecido, o dope dyeing integra a cor à própria estrutura da fibra desde o início do processo. Em termos diretos, o dope dyeing elimina a necessidade de tingimento posterior, reduzindo etapas produtivas e evitando o uso intensivo de água e produtos químicos. Qual a diferença entre dope dyeing e o tingimento tradicional A principal diferença entre os processos está no momento em que a cor é aplicada. No modelo tradicional, o tecido ou o fio já formado passa por banhos de tingimento, lavagem e fixação de cor. Esse processo exige grandes volumes de água, energia e insumos químicos. No tingimento na massa da fibra, o pigmento é inserido antes mesmo da formação do fio. Isso faz com que o material já saia colorido da etapa de extrusão, eliminando completamente a fase de tingimento posterior. Essa diferença torna o dope dyeing mais eficiente, mais previsível e significativamente menos impactante do ponto de vista ambiental. Como funciona o tingimento na massa da fibra O processo de tingimento na massa da fibra começa com a adição de pigmentos ao polímero líquido. Essa mistura homogênea é então extrudada, formando filamentos já coloridos. Na indústria têxtil (e de polímeros), extrudar é o processo de forçar um material ainda em estado viscoso ou fundido a passar por um molde com pequenos orifícios, formando fios contínuos. Como a cor faz parte da composição da fibra, ela se distribui de maneira uniforme em toda a sua estrutura. Isso reduz variações de tonalidade e garante maior consistência entre lotes de produção. Além disso, o processo elimina etapas intermediárias, simplificando o fluxo industrial e reduzindo a necessidade de correções ao longo da produção. Por que o dope dyeing é mais sustentável Mas por que o dope dyeing é considerado uma solução mais sustentável na indústria têxtil? A resposta está na eliminação de uma das etapas mais intensivas em recursos: o tingimento tradicional. Ao adotar o tingimento na massa da fibra, é possível reduzir drasticamente o consumo de água, o uso de produtos químicos e a geração de efluentes industriais. Na aplicação da técnica ao EcoTone, a Diklatex tem ganhos claros e mensuráveis. O processo pode reduzir em até 90% o consumo de água, em até 98% o uso de produtos químicos, em até 60% as emissões de CO₂ e em até 90% a geração de efluentes. Isso posiciona o tecido sustentável na indústria têxtil em um novo patamar, baseado em dados concretos e não apenas em conceitos. EcoTone da Diklatex: dope dyeing aplicado ao mercado A linha EcoTone da Diklatex é baseada no conceito de dope dyeing e aplica o tingimento na massa da fibra no desenvolvimento de tecidos técnicos para o mercado esportivo. Na prática, isso significa que a Diklatex produz materiais que já nascem coloridos, eliminando etapas posteriores e reduzindo o impacto ambiental da produção. A linha EcoTone utiliza o conceito de tingimento na massa da fibra para reduzir drasticamente o impacto ambiental, mantendo ao mesmo tempo os requisitos de performance exigidos pelo mercado de activewear.  Essa combinação transforma o EcoTone em um diferencial competitivo relevante, especialmente para marcas que buscam alinhar inovação e sustentabilidade. O dope dyeing compromete a performance do tecido? Uma dúvida comum é se o dope dyeing impacta negativamente o desempenho do tecido. A resposta é não. Como a cor está incorporada à fibra, os tecidos produzidos com tingimento na massa da fibra apresentam maior resistência ao desbotamento. Isso significa que mantêm suas características visuais mesmo após uso intenso, lavagens frequentes ou exposição ao sol. Além disso, o processo não interfere negativamente em propriedades como elasticidade, conforto ou durabilidade, o que é essencial para aplicações esportivas e técnicas. O impacto do dope dyeing na cadeia têxtil O uso do dope dyeing não traz benefícios apenas para a etapa de produção do fio, mas impacta toda a cadeia têxtil. A redução no consumo de água e produtos químicos diminui a carga sobre sistemas de tratamento de efluentes, reduzindo custos operacionais e riscos ambientais. Ao mesmo tempo, a simplificação do processo produtivo contribui para maior eficiência industrial, com menos etapas, menor tempo de produção e maior previsibilidade. Esse conjunto de fatores torna o tingimento na massa da fibra uma solução estratégica para empresas que buscam eficiência e sustentabilidade de forma integrada. Por que o dope dyeing é relevante para o futuro da indústria têxtil O avanço do tecido sustentável na indústria têxtil está diretamente ligado à adoção de processos mais eficientes e menos poluentes. O dope dyeing se destaca porque atua em uma etapa crítica da produção, gerando impacto relevante sem exigir mudanças no uso final do produto. A linha EcoTone da Diklatex, baseada nesse conceito, demonstra como é possível transformar inovação em aplicação prática, atendendo às demandas do mercado por desempenho, escala e responsabilidade ambiental. Conclusão O dope dyeing na indústria têxtil representa uma evolução significativa na forma de produzir tecidos. Ao incorporar o pigmento

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Produção têxtil sustentável: como a Diklatex reduz impactos e redefine processos
Planta industrial da Diklatex integrada à área verde, representando práticas de produção têxtil sustentável com eficiência energética e responsabilidade ambiental.

A produção têxtil sustentável é hoje um dos maiores desafios e também uma das maiores oportunidades da indústria têxtil brasileira. Em um setor historicamente associado ao alto consumo de água, energia e insumos químicos, reduzir impactos deixou de ser diferencial competitivo e passou a ser requisito para a perenidade dos negócios. É nesse contexto que a Diklatex consolida um modelo industrial baseado em eficiência, inovação e responsabilidade ambiental. Mais do que ações pontuais, a empresa desenvolveu uma estratégia de sustentabilidade integrada ao seu modelo produtivo, orientada por indicadores claros, metas de longo prazo e governança dedicada.  Sustentabilidade como eixo estratégico da produção O compromisso da Diklatex com a produção têxtil sustentável está formalizado em seu Relatório de Sustentabilidade 2024, elaborado segundo as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI) e alinhado a 12 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. O documento consolida práticas ambientais, sociais e de governança, refletindo uma atuação pautada por transparência e prestação de contas. A gestão é conduzida por um Comitê de Sustentabilidade, que definiu 17 temas materiais prioritários e cinco grandes metas a serem alcançadas até 2028, incluindo redução do consumo de água, controle de emissões, ampliação do portfólio sustentável e fortalecimento da cadeia responsável. Eficiência hídrica e reciclagem de água nos processos A água está no centro dos impactos ambientais da produção têxtil sustentável, especialmente nas etapas de tingimento e acabamento. Ciente desse desafio, a Diklatex investiu na modernização do parque fabril e na adoção de máquinas de baixa relação de banho, capazes de consumir até 60% menos água. Atualmente, cerca de 40% das máquinas de tingimento já operam com essa tecnologia, o que permitiu à empresa reduzir o consumo de água por quilo de tecido produzido. O resultado é um processo mais eficiente, alinhado às boas práticas internacionais de sustentabilidade industrial. Processos de baixo impacto e energia renovável Outro avanço estrutural foi a transição completa para 100% de energia elétrica proveniente de fontes renováveis e rastreáveis. Em um setor intensivo em energia, essa decisão posiciona a Diklatex entre as empresas que efetivamente contribuem para a redução das emissões associadas à produção industrial. Além disso, a otimização de processos e a incorporação de tecnologias limpas reduziram o uso de insumos químicos e ampliaram a eficiência operacional, reforçando a lógica de que sustentabilidade e produtividade caminham juntas quando o assunto é produção têxtil sustentável.  Insumos sustentáveis e desenvolvimento de tecido ecológico A estratégia de produção têxtil sustentável da Diklatex também se materializa no desenvolvimento de tecido ecológico, pensado desde a origem para reduzir impactos ao longo de todo o ciclo de vida do produto. Em 2024, 21% da produção utilizou matérias-primas recicladas, renováveis ou com degradação acelerada, com meta de atingir 35% até 2028. Um exemplo concreto é a linha Casual Tech®, que utiliza elastomultiester, um poliéster elástico que dispensa o uso de elastano, simplificando os processos de reciclagem no pós-consumo. Ao mesmo tempo, mantém conforto, durabilidade e praticidade, atributos cada vez mais valorizados por marcas e consumidores. Inovação tecnológica a favor da sustentabilidade A inovação é tratada como vetor transversal na produção têxtil sustentável da empresa. A Diklatex destina atualmente 1% do faturamento líquido para inovação, com previsão de alcançar 2,5% nos próximos quatro anos, conectando sustentabilidade, pesquisa aplicada e demandas de mercado. Nesse contexto, destaca-se a tecnologia Truelife® Graphene, desenvolvida em parceria com EMBRAPII, FAPESC e UDESC, que incorpora grafeno aos tecidos. Além de melhorar a dissipação de calor e a resistência dos materiais, a tecnologia contribui para a durabilidade das peças, reduzindo a necessidade de reposição e, consequentemente, o impacto ambiental ao longo do tempo. Cadeia responsável, logística reversa e fornecedores A sustentabilidade da produção têxtil depende também da cadeia de suprimentos. A empresa ampliou o mapeamento ambiental de sua cadeia produtiva e desenvolveu, ao longo de 2025, sua Política de Compras Sustentáveis, fortalecendo práticas de rastreabilidade, responsabilidade compartilhada e logística reversa, fundamentais para um modelo industrial mais circular e focado na produção têxtil sustentável.  Parcerias, ESG e impacto positivo A atuação da Diklatex em sustentabilidade se estende a parcerias com marcas e iniciativas de impacto. Um exemplo emblemático de produção têxtil sustentável é a coleção “Por um Futuro Mais Verde”, desenvolvida com a Puma para o Palmeiras, utilizando tecidos 100% reciclados e sem uso de alvejantes, reforçando o ativismo ambiental no esporte. O Troféu de Sustentabilidade Diklatex também reconhece parceiros alinhados às práticas ESG da empresa, fortalecendo um ecossistema de colaboração voltado à redução de impactos ambientais e à inovação responsável. Um novo padrão para a produção têxtil sustentável Com quase cinco décadas de atuação e gestão orientada por inovação e responsabilidade, a Diklatex demonstra que a produção têxtil sustentável é resultado de decisões estruturais e não de iniciativas isoladas. Ao investir em eficiência hídrica, energia limpa, soluções ecológicas, inovação tecnológica e governança ESG, a empresa contribui para redefinir os padrões da indústria têxtil brasileira. Mais do que reduzir impactos, a Diklatex ajuda a construir um modelo industrial mais consciente, competitivo e preparado para os desafios ambientais do presente e do futuro.Fundada em 1978 e adquirida pela família Jativa em 2007, a Diklatex consolida um modelo de negócio baseado em ética, inovação e responsabilidade ambiental. Com 172 mil m² de área total, sendo 92 mil m² de área verde preservada, a empresa reforça que sua atuação vai além da estratégia corporativa, assumindo um papel ativo na construção de um futuro mais sustentável para a indústria têxtil brasileira.

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Poliamida com elastano: tecido que alia performance, conforto e versatilidade
Mulher usando conjunto esportivo em poliamida com elastano da Diklatex, ideal para treino de yoga, corrida e atividades ao ar livre.

No universo da moda esportiva e funcional, poucos materiais reúnem tantas qualidades técnicas e sensoriais quanto a poliamida com elastano. A combinação entre esses dois fios resulta em tecidos com alta elasticidade, toque macio e excelente capacidade de compressão, tornando-os ideais para peças que exigem liberdade de movimento e desempenho, como leggings, tops, bermudas e macacões. Por que a poliamida com elastano é ideal para peças esportivas e compressivas? A poliamida oferece resistência, suavidade e leveza. Já o elastano, quando incorporado à malha, confere elasticidade multidirecional, permitindo que o tecido se adapte ao corpo com precisão e retorne à forma original mesmo após múltiplas utilizações. Essa sinergia da poliamida com elastano garante: Rise traz inovação e desempenho com selo de sustentabilidade à poliamida com elastano Desenvolvido pela Diklatex, o Rise é composto por 88% de poliamida e 12% de elastano, e se destaca por reunir as principais exigências do mercado esportivo: compressão, elasticidade, retenção de forma e conforto térmico, além da proteção UV 50+, essencial para práticas ao ar livre. Outro diferencial do Rise está no excelente rendimento para confecções, sendo uma solução prática e econômica para marcas que buscam otimizar o uso de matéria-prima sem abrir mão da qualidade. O desempenho técnico desta poliamida com elastano torna o tecido versátil tanto para coleções esportivas quanto para peças de apelo urbano e casual. Produzido com tecnologia de ponta e práticas sustentáveis, a poliamida com elastano da Diklatex reflete os compromissos da têxtil catarinense com o meio ambiente: uso de energia 100% renovável e máquinas com consumo reduzido de água, alinhando performance à responsabilidade ambiental. Poliamida com elastano: aplicações por segmento  A versatilidade da poliamida com elastano permite  o uso do Rise em diferentes nichos da moda: Rise Dunkel alia alta performance com menor impacto ambiental A mais recente evolução da poliamida com elastano da Diklatex é o Rise Dunkel, uma versão na cor preta desenvolvida com tecnologia Dope Dyeing, processo de tingimento sustentável que antecipa a pigmentação ainda na fase de produção do fio. Diferentemente do tingimento convencional, o Dope Dyeing reduz drasticamente os impactos ambientais: Além disso, a poliamida com elastano Rise Dunkel mantém todas as propriedades técnicas e estéticas da linha original, com cor mais intensa, uniforme e resistente, sendo uma solução inovadora para marcas que valorizam sustentabilidade e alta performance em seus produtos.O Rise e sua versão Dunkel representam um novo padrão para quem busca artigos de poliamida com elastano com foco em inovação, versatilidade e consciência ambiental no desenvolvimento de peças esportivas e funcionais. A união entre poliamida com elastano, tecnologia têxtil de ponta e práticas sustentáveis posicionam a Diklatex na vanguarda do activewear brasileiro.

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Versatilidade, leveza e conforto: roupa feita de material reciclado conquista espaço na indústria da moda
Roupa feita de material reciclado

Pode ser que você ainda não saiba, mas a roupa feita de material reciclado provavelmente já faz parte do seu dia a dia! A Adidas, por exemplo, utiliza poliéster reciclado em 96% dos seus produtos esportivos desde abril de 2023. Feito com garrafas PET descartadas e outros resíduos plásticos que podem ser transformados em tecido, o poliéster reciclado também está nas coleções esportivas de marcas como Nike e Patagônia, promovendo a sustentabilidade e a inovação na indústria da moda. Na Adidas, a meta de trazer ao mercado roupa feita de material reciclado faz parte de uma iniciativa maior, implementada já em 2012, de produzir processos e produtos com parceiros focados na sustentabilidade. A Diklatex é um exemplo: certificada pela Recycled Claim Standard (RCS), programa global de rastreabilidade de matéria-prima de materiais reciclados, foi uma das pioneiras na entrega deste selo no Brasil. Na produção total da empresa, 25% dos artigos produzidos são compostos por materiais reciclados. Isso faz com que a Diklatex consiga alcançar 90% da produção de artigos específicos para a prática de futebol, um de seus principais nichos, utilizando poliéster reciclado como matéria-prima. A roupa feita de material reciclado é projetada para ser leve e respirável, ajudando a manter os atletas confortáveis durante os exercícios. A técnica tem sido cada vez mais aplicada na indústria têxtil e, além de contribuir com a economia circular, o processo que transforma resíduos em novas fibras reduz o impacto ambiental associado à fabricação de tecidos de base fóssil. A redução da emissão de gases de efeito estufa e do consumo de energia durante sua fabricação são os principais benefícios da fibra na cadeia que transforma tecido em roupa feita de material reciclado. A roupa feita de material reciclado na indústria da moda A adoção da roupa feita de material reciclado representa um grande avanço na indústria da moda, contribuindo para a preservação dos recursos naturais e incentivando práticas mais sustentáveis no setor têxtil. O poliéster é um plástico inventado pelos químicos britânicos John Rex Whinfield e James Tennant Dickson que patentearam o “polietileno tereftalato” (também conhecido como PET) em 1941. Foi só em 1960 que a produção dessa fibra ganhou a indústria e o poliéster foi recebido como um tecido revolucionário, que trazia mais resistência para as roupas e conforto para quem vestia. Super popular na confecção de calças e camisetas, hoje metade de toda a produção têxtil do mundo é feita com poliéster e a roupa feita de material reciclado é uma ótima maneira de contribuir para a sustentabilidade.  Os dados mais recentes sobre a utilização do PET pela indústria mostram um aumento significativo na reciclagem e na produção de PET reciclado (rPET). Em 2023, o Brasil reciclou 56,4% das embalagens de PET descartadas, um crescimento de 15,4% em relação a 2019. Na Europa, a capacidade de reciclagem de PET cresceu 21%, com um total de 2,8 milhões de toneladas de material reciclado em 2020. Cinco dicas para prolongar o uso da roupa feita de material reciclado E se você usa roupa feita de material reciclado já sabe que a durabilidade, a versatilidade e a facilidade de cuidado estão entre as vantagens deste fio, o que faz com que as  peças possam ser reaproveitadas de diferentes formas.  Descarte adequado: Se a roupa feita de material reciclado estiver muito desgastada e não puder ser reutilizada, verifique se há pontos de coleta específicos para tecidos na sua cidade. Isso garante que o material seja descartado de forma ambientalmente correta.

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Tingimento sustentável: conheça os processos Dope Dyeing e Bye Dyeing
tingimento sustentável

Cada vez mais, as marcas de activewear priorizam a qualidade de seus produtos e buscam adotar técnicas de produção mais sustentáveis ​​para minimizar o impacto ambiental. Nesse contexto, o setor têxtil tem investido no tingimento sustentável como uma alternativa para reduzir os danos ao meio ambiente. Durante o processo de confecção de peças de activewear ou sportwear, etapas podem ser ajustadas para incorporar práticas alinhadas à responsabilidade socioambiental. Entre essas iniciativas, técnicas como o Dope Dyeing e o Bye Dyeing substituem métodos tradicionais de tingimento para criar processos mais sustentáveis. Dope Dyeing e Bye Dyeing: técnicas com tingimento sustentável O processo de tingimento de tecidos é bastante agressivo para o meio ambiente, especialmente pelo consumo e desperdício de água. Técnicas mais sustentáveis ajudam a reduzir o consumo de água e a emissão de gás carbônico (CO2) – problemas que também ocorrem em larga escala nessa etapa da produção. Empresas do setor vêm buscando soluções tecnológicas e inovadoras para transformar o processo de tingimento em uma etapa mais sustentável. O Dope Dyeing e o Bye Dyeing são exemplos de procedimentos utilizados para reduzir o impacto ambiental e oferecer um produto com qualidade no fio e na cor. O resultado são produtos que atendem às demandas de atletas, proporcionando excelência para a prática de atividades físicas enquanto refletem um compromisso com a sustentabilidade. Como funcionam os processos de Dope Dyeing e Bye Dyeing Dope Dyeing Elimina a etapa tradicional de tingimento no processo de confecção. Normalmente, os fios passam por duas fases: produção da fibra sem cor e posterior aplicação da cor. Com o Dope Dyeing, os pigmentos são incorporados diretamente aos polímeros durante a produção do fio, simplificando o processo para uma única etapa. Além de menor impacto na natureza, o Dope Dyeing entrega também mais solidez e uniformidade da cor. Bye Dyeing O Bye Dyeing valoriza a cor natural do fio, eliminando completamente a etapa de tingimento no processo de produção. Essa técnica utiliza uma quantidade mínima de água e produtos químicos. O resultado é um fio de cor “natural”, mesmo quando produzido a partir de materiais como o poliéster reciclado. Essa técnica é aplicada pela Diklatex no artigo Nature, que possui a opção de cor “Naturale”. Leia também: Responsabilidade ambiental: como processos e tecnologias sustentáveis transformam a indústria têxtil O impacto do tingimento sustentável Adotadas pela Diklatex, as técnicas de tingimento sustentável — ou de não tingimento, no caso do Bye Dyeing — são tendências no setor têxtil focadas em práticas éticas e responsáveis. Além dessas inovações, o uso de materiais reciclados e biodegradáveis ​​e o desenvolvimento de roupas mais elaboradas reforçam a busca por um consumo mais consciente. Marcas de sportwear e activewear que priorizam a qualidade e o desempenho para os atletas encontram excelentes aliados nos processos de tingimento sustentável (como o Dope Dyeing e o Bye Dyeing). Essas técnicas minimizam o impacto ambiental e resultam em fios mais resistentes: atributos essenciais para atender à exigência da prática esportiva.

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O que é poliéster reciclado e quais as suas vantagens?
poliéster reciclado

Versátil, confortável e duradouro, o poliéster é um dos materiais mais populares na composição de roupas e, especialmente, das peças de vestuário esportivo. De acordo com relatório da Textile Exchange, a produção mundial de fibras têxteis aumentou 7% em 2023, chegando a 124 milhões de toneladas, e destas, 71,1 milhões são provenientes do poliéster. Ou seja, o poliéster representa 57% do uso da fibra de base fóssil na indústria têxtil global.  Esse polímero gera impactos sociais e ambientais, gastos de energia e emissão de efluentes. Um cenário que faz com que marcas esportivas e estilistas escolham uma opção mais sustentável: o poliéster reciclado.  Feito com garrafas PET descartadas que podem ser transformadas em tecidos, a técnica tem sido cada vez mais aplicada na indústria têxtil. Um exemplo disso é a Adidas: a marca anunciou que substituiu o poliéster virgem pelo reciclado em 96% dos produtos.  O que é poliéster reciclado? O poliéster reciclado é uma alternativa sustentável ao poliéster tradicional e pode ser produzido com resíduos plásticos, como garrafas PET. Esse processo transforma resíduos em novas fibras para reduzir o impacto ambiental associado à fabricação de tecidos. Além de contribuir para a economia circular, esse material apresenta características similares às do poliéster convencional, como durabilidade e resistência. A redução da emissão de gases de efeito estufa e do consumo de energia durante sua fabricação são os principais benefícios.  Saiba mais: Responsabilidade ambiental: como processos e tecnologias sustentáveis transformam a indústria têxtil Vantagens do poliéster reciclado A reciclagem de plásticos, de forma geral, ajuda a reduzir o volume de resíduos enviados para aterros sanitários e, ao eliminar a necessidade de fabricar matéria-prima, também contribui para a preservação dos recursos naturais. No caso do poliéster reciclado, os benefícios são ainda mais significativos. Os fios sintéticos podem ser reaproveitados em diversos ciclos de vida, permitindo que uma peça antiga seja transformada inúmeras vezes. Esse processo reduz consideravelmente a emissão de gases, como o dióxido de carbono (CO2), em comparação com métodos que utilizam matéria-prima derivada do petróleo – o que também contribui para uma indústria mais sustentável. Certificação RCS para produzir produtos mais sustentáveis Na indústria, existem diversos padrões que devem ser atendidos e certificações que as empresas podem obter para garantir que estão agindo de acordo com os parâmetros sustentáveis. Um exemplo é a certificação Recycled Claim Standard (RCS), que integra um programa global de rastreabilidade da matéria-prima de materiais reciclados. O processo funciona da seguinte maneira: Na chegada do insumo na fábrica é feita a identificação por meio de um documento de rastreio dos materiais, regulados pelas certificadoras do RCS. Essa prática continua no estoque de fios, durante a tecelagem da malha, nas máquinas de tingimento, e segue até a saída do acabamento final. Na expedição, existem boxes específicos e exclusivos para armazenamento dos produtos, além de fitas adesivas no rolo de tecido que indicam a presença de material reciclado na composição do têxtil. Saiba mais: Relatório de Sustentabilidade da Diklatex Diklatex é uma das primeiras empresas brasileiras a receber RCS No Brasil, a Diklatex se destacou como uma das pioneiras na entrega desse selo. Atualmente, 25% da produção total da empresa é composta por materiais reciclados. Dessa forma, é possível atingir 90% da produção de artigos específicos para a prática do futebol — um dos principais nichos da Diklatex — utilizando poliéster reciclado como matéria-prima. André Jativa, diretor-executivo da empresa, destaca o compromisso com a sustentabilidade. “Estamos entre os maiores importadores do país de poliéster reciclado para matéria-prima de tecidos esportivos. Produzimos tecidos a partir de garrafas PET e entregamos ao mercado artigos de qualidade que atendem às normas internacionais de sustentabilidade.” Com essa abordagem, a Diklatex reafirma sua posição de aliar inovação e responsabilidade ambiental. O uso do poliéster reciclado contribui para a redução do impacto ambiental, atendendo às demandas de um mercado cada vez mais consciente e exigente em relação à preservação do meio ambiente. Conheça o portfólio de tecidos sustentáveis da Diklatex e as tecnologias utilizadas para o desenvolvimento de tecidos inteligentes.

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Sustentabilidade na indústria têxtil: saiba quais são as principais tendências
sustentabilidade na indústria têxtil

O segmento têxtil é um dos que mais cresce no Brasil e no mundo tanto em receita quanto em produção. Mas como lidar com a imensa quantidade de resíduos e ter mais sustentabilidade na indústria têxtil? De acordo com Relatório da ISWA divulgado pela Abrelpe, o Brasil descarta mais de 4 milhões de toneladas de resíduos por ano – isso corresponde a 5% do que é produzido no país. Diante desse cenário, empresas têxteis vêm buscando maneiras de reduzir o impacto sobre o meio ambiente. Soluções mais sustentáveis para a produção de tecidos, roupas e acessórios têm sido implementadas para que se tenha um futuro mais consciente e responsável em relação ao uso dos recursos naturais. Tendências de sustentabilidade na indústria têxtil Uso de materiais reciclados São utilizados itens que poderiam ser descartados em aterros como: garrafas plásticas, tampinhas de lata e outros. Além disso, existe também tecidos 100% reciclados, feitos de poliéster e poliamida, que podem ter como matéria-prima garrafas plásticas. Saiba mais: O que é poliéster reciclado e quais as suas vantagens Utilização de materiais biodegradáveis A adoção de biodegradáveis de poliamida, que se decompõem mais rapidamente em aterros e ambientes marinhos, são uma forma de reduzir o volume e o tempo de permanência desses resíduos na natureza. Tecnologias inovadoras para roupas mais duráveis Peças de mais qualidade e durabilidade trazem benefícios não apenas ao consumidor, mas também ao meio ambiente. Tecnologias como o Dry Fit ajudam o tecido a ficar mais confortável, respirável e durável, mesmo quando usado para a prática de esportes. Boas práticas de sustentabilidade na indústria têxtil Confira algumas iniciativas que podem ser aplicadas para ter mais sustentabilidade na indústria têxtil: Um exemplo prático é o uso de técnicas menos agressivas, como o Dope Dyeing — procedimento em que os pigmentos de cor são aplicados na fase de produção dos fios. Isso elimina etapas, reduz em até 90% o consumo de água e a geração de efluentes e garante mais solidez e uniformidade de cor. No portfólio da Diklatex, há oito tecidos que usam essa técnica e podem ser aplicados no sportwear e activewear. Além disso, o uso de fios reciclados também é adotado na Diklatex. Um método que permite que garrafas de plástico sejam retiradas do meio ambiente para serem usadas em poliéster reciclado. Uniformes de times de futebol como América-MG, Remo e Palmeiras utilizam esse procedimento. Leia também: Tecidos para corrida unem sustentabilidade, tecnologia e desempenho Undertech: tecido desenvolvido pela Diklatex com sustentabilidade do início ao fim O Undertech é a primeira tecnologia feita 100% de tecido para calcinhas menstruais. São três camadas têxteis inteligentes e cada uma tem uma função específica de absorção e bloqueio dos fluidos corporais: menstruação, escapes e vazamentos da incontinência urinária. O principal diferencial é ser feito apenas de tecidos inteligentes, sem adição de plástico ou termoplásticos de poliuretano (TPU). Isso permite respirabilidade na região íntima e um toque macio, o que auxilia diretamente na saúde íntima da mulher e evita a proliferação de bactérias e possíveis doenças causadas por elas. O Undertech também elimina as bactérias do fluxo menstrual, que são responsáveis por causar o mau odor. Ao longo de sua vida fértil, uma mulher produz em torno de 200 quilos de lixo com o descarte de absorventes íntimos convencionais — itens que têm em sua composição 90% de plástico, que leva cerca de 400 anos para se decompor. A calcinha menstrual, com a proposta de reutilização após lavagem com sabão neutro, tem uma vida útil estimada de dois a quatro anos. Certificações e selos da Diklatex comprovam a busca por sustentabilidade Assegura que nenhuma das substâncias usadas na fabricação de nossos tecidos agride a saúde humana ou o meio ambiente. Comprova que toda a energia utilizada em nossa fábrica é proveniente de fontes renováveis. Garantia da rastreabilidade de toda a matéria-prima reciclada utilizada na Diklatex, acompanhando todo o processo, desde a entrada do fio até a entrega do produto final. Essas certificações e selos são a prova do nosso compromisso constante em reduzir o impacto ambiental e promover práticas sustentáveis na indústria têxtil. Para saber mais sobre o assunto, acesse nosso Relatório de Sustentabilidade. Crédito da imagem: Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

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Responsabilidade ambiental: como processos e tecnologias sustentáveis transformam a indústria têxtil
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A indústria têxtil está atenta à urgência na adoção de práticas sustentáveis. Por isso, a preocupação com a responsabilidade ambiental tem feito com que as marcas invistam nas rotinas de produção e passem a adotar processos e tecnologias mais sustentáveis. A Diklatex é um exemplo de empresa que implementa práticas focadas em responsabilidade ambiental. O investimento em tecidos de poliéster reciclado é uma das ações para reduzir o consumo de água e a emissão de carbono e efluentes. Inclusive, a empresa lançou um Relatório de Sustentabilidade para mostrar mais sobre a sua produção e destacar a importância de mais consciência na indústria têxtil brasileira. A importância da responsabilidade ambiental na indústria têxtil As soluções adotadas pelo setor contribuem diretamente com a sustentabilidade e a preservação dos recursos naturais. Nesse sentido, a Redução no uso de água, energia e matéria-prima, a Reutilização de materiais e a Reciclagem – conhecidos como os “3Rs” da sustentabilidade – são os principais propósitos da responsabilidade ambiental. Outras questões que podem ser incorporadas são: A consciência ambiental, felizmente, não está restrita à indústria. Segundo a pesquisa Retratos da Sociedade: hábitos sustentáveis e consumo consciente, 50% dos consumidores verificam se os produtos foram produzidos de modo sustentável e 38% estão dispostos a pagar mais por itens que não agridem o meio ambiente. Há a exigência, portanto, do setor têxtil adotar a responsabilidade ambiental como prioridade para atender consumidores cada vez mais exigentes. Ao implementar práticas sustentáveis, ocorre uma economia de recursos e matéria-prima e, consequentemente, dos custos operacionais. Diklatex: exemplo de sustentabilidade na indústria têxtil Processos mais sustentáveis Com o uso de técnicas menos agressivas ao mesmo ambiente, como o Dope Dyeing, que elimina o processo de tingimento do tecido, é possível reduzir até 90% do consumo de água e até 98% do uso de produtos químicos. Nessa mesma linha, existe também o Bye Dyeing, processo que elimina o tingimento completamente e valoriza a cor natural dos fios. Saiba mais: Tingimento sustentável: conheça os processos Dope Dyeing e Bye Dyeing Economia circular O conceito de economia circular busca associar o desenvolvimento econômico a um melhor uso de recursos naturais. A partir de um mapeamento de toda a cadeia produtiva, a Diklatex busca sempre reutilizar e reciclar seus resíduos, como plásticos, papelões, caixas, tubetes e resíduos têxteis. Por meio do movimento circular, esses resíduos retornam ao ciclo produtivo da indústria e podem ser transformados em um novo produto. Leia também: O que é poliéster reciclado e quais as suas vantagens Ações de responsabilidade ambiental Além de investir em produtos e processos mais conscientes, a Diklatex se preocupa também com o impacto de sua estrutura física. Com sede em Joinville, a fábrica foi construída em uma área de 172 mil metros quadrados, dos quais 92 mil são preservados. A empresa também conta com uma estação própria de tratamento de efluentes eficientes, atendendo todos os parâmetros exigidos pela legislação. Outra iniciativa importante é a área verde de preservação permanente de 5,6 milhões de m² com floresta nativa e área de reflorestamento mantida em Ascurra, Santa Catarina. A Diklatex já recebeu certificações e selos importantes que comprovam sua preocupação com a responsabilidade ambiental, como: Hoje, 25% da produção é feita com produtos e processos sustentáveis. Saiba mais: Relatório de Sustentabilidade da Diklatex Conclusão Viu só quanta coisa uma empresa têxtil pode fazer para contribuir com a preservação do meio ambiente e garantir um crescimento mais saudável e sustentável? Adotar práticas de responsabilidade ambiental nos processos e nas tecnologias evidencia o compromisso com o público e com o planeta. E a empresa ganha a chance de inovar, reduzir custos e olhar para o processo produtivo de forma mais crítica e atenta. Crédito da imagem: Imagem de jcomp no Freepik

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DOPE DYEING E BYE DYEING

Técnicas menos agressivas ao meio ambiente vêm ganhando cada vez mais espaço nos processos de produção da Diklatex. Exemplo disso é o Dope Dyeing, que elimina da produção um processo de tingimento, reduzindo em até 90% o consumo de água e em até 98% o uso de produtos químicos. Enquanto no modo tradicional o fio passa por duas etapas, produção da fibra sem cor e na sequência a aplicação da cor na fibra, no Dope Dyeing os pigmentos de cor são adicionados junto aos polímeros já na produção do fio, reduzindo o processo em uma etapa. Além de diminuir o consumo de água, energia e agentes químicos, o processo também emite até 60% menos CO2 e gera até 90% menos efluentes. Além de ser mais sustentável, o processo agrega ao tecido alta solidez e mais uniformidade da cor. O portfólio Diklatex de Dope Dyeing é composto por oito tecidos, que podem ser aplicados em peças com apelo casual-tech, esportes outdoor, sportswear e athleisure. Outra solução mais consciente oferecida pela Diklatex é a cor Naturale. Nessa opção de cor, o artigo passa pelo processo Bye Dyeing, que dispensa o tingimento e valoriza a beleza natural do fio. Ótimo exemplo dessa aplicação é o artigo Nature, produzido com poliéster reciclado e com baixa utilização de produtos químicos e de água em seu processo produtivo, que aliado ao Bye Dyeing na cor Naturale cria um artigo com grande apelo sustentável. A busca constante por soluções têxteis técnicas e tecnológicas mais sustentáveis e conscientes é um compromisso da Diklatex, e a oferta de Dope Dyeing e Bye Dyeing em artigos de alta performance aos mercados de Sportwear e Activewear é exemplo disso.

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